Uma das coisas que me inspirou a voltar a fazer mapas astrais e me instigou criar um mapa da alma foi o feminismo. Mais especificamente, as leituras de Rebecca Solnit e as trocas que tive com Suzana Veiga – razão pela qual convidei essa mulher genial pra prefaciar meu novo livro, Reviravolta no Céu.
Depois de entender e saber o quanto nós fomos silenciadas (mesmo que jamais silenciosas), o quanto tentaram e tentam abafar e calar nossas vozes de todas as formas possíveis, o mapa da alma (minha leitura de mapa astral) se tornou mais uma ferramenta pra ajudar a dar voz a mais e mais mulheres.
Desde então, me chama a atenção o quanto tenho lido mapas de mulheres que tem uma mesma característica: mulheres que são verdadeiras forças da natureza e que ajudam a mudar mundos – os delas próprios, os de outras e o nosso conjunto.
Mulheres potentes, revolucionárias, intensas, geniais, que estão aqui rompendo as amarras que aprisionam suas almas, que tentam calar suas vozes, paixões, escolhas, desejos. Que aqui estão pra quebrar paradigmas com suas ideias, ações, escolhas e comportamentos.
Mulheres que questionam o pensamento vigente. Que ousam, que deixam pra trás valores e paradigmas ultrapassados e vencidos nos seus próprios universos e assim vão se tornando parte de uma mudança coletiva.
Mulheres que, ao fazerem isso, também se tornam veículos pra expressar o espírito do mundo e o espírito do tempo – o novo latente na alma do mundo. ✨⚡️
Essa tem sido uma experiência maravilhosa que me faz relembrar uma mulher importante na minha vida: a Vanda, minha profe querida de astrologia. “A pessoa que precisa do teu olhar sobre o mapa é a que vai te procurar”, dizia minha sábia mestra. É tão isso!
As manhãs de sábado se tornaram um momento de ler mapas e conhecer mulheres com vozes potentes e sensacionais!
