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Ensaio sobre a Terra

Um ensaio sobre o arquétipo da Terra, Gaia, o patriarcado na Astrologia e o florescer de uma nova consciência.

CAPA ENSAIO SOBRE A TERRA

O Ensaio sobre a Terra nasceu de um estudo sobre o arquétipo da Terra na astrologia. Essa pesquisa acabou identificando construções bastante sexistas e patriarcais na prática astrológica, assim como uma nova e ampliada forma de entender o self e o autoconhecimento. A partir dessa consciência, que promove o reflorescer da Terra no imaginário coletivo, desponta uma nova maneira de nos relacionarmos com o nosso planeta e todos os seus seres e espécies, para o bem viver de todas, todes e todos aqui. 

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Por que a Terra nunca foi usada como planeta como os demais astros na astrologia? Por que ela é vista como pano de fundo e ambiente da nossa existência e não com um arquétipo, um impulso que ativa a natureza humana?

Nunca, nunquinha, nos meus 17 anos de astrologia, eu havia feito tais questionamentos. Foi depois de um processo de autoconhecimento que se estendeu para além do ego, me fazendo perceber o quanto o self é interdependente e interconectado com o coletivo, que esse tipo de pergunta começou a despontar na minha mente. Quanto mais questionamentos como esses surgiam, mais eu ia rompendo a bolha, conhecendo outras narrativas sobre o mundo, ampliando o olhar e, consequentemente, decolonizando minha mente. Com isso, passei a questionar muitas narrativas; entre elas, algumas da própria astrologia.

A combinação desse olhar mais decolonizado e a pesquisa por entender o que fez a astrologia não considerar a Terra como um planeta do seu panteão, me levou a reconhecer construções bastante patriarcais nessa prática. O que não deveria causar surpresa. Afinal, ainda que as origens mais remotas da astrologia estejam em tradições matriarcais, foi em tempos bem patriarcais que esse saber foi sacramentado e sistematizado nos moldes que hoje utilizamos. Tudo isso me fez perceber o quanto as construções que ajudam a perpetuar os valores patriarcais no imaginário coletivo estão presentes em tudo. Até mesmo em esferas que a gente nem imagina, como a astrologia.

Ao finalizar o ensaio, ficou claro que o resgate da Terra vai muito além do que ele significa astrologicamente, já que a consciência que a Terra como arquétipo no imaginário coletivo desperta em nós está profundamente conectada a uma nova compreensão de self, como defendo no ensaio. Mas não só isso.

Essa é uma compreensão que ajuda o reflorescer da Terra no imaginário coletivo, nas nossas mentes, corpos e corações e desperta uma nova forma de entendermos e nos relacionarmos com a Terra, Gaia, e também entre nós e com os demais seres e espécies para o bem viver de todas, todes e todos aqui.

Nesse link, você pode ler textos sobre o ensaio escritos no blog.

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