Mas ‘tinha que mudar bem na minha vez’?
Vendo uma live ouvi essa provocação do sensacional Dado Schneider e logo pensei ‘Sim. Tinha, sim”!
Porque nós mudamos e já não somos mais como nossos pais, avós, e ancestrais.
Desde que adentrou o universo da subjetividade, o do mundo interior, o Sapiens alterou a forma como entende e percebe a realidade. Isso provocou uma mudança na nossa consciência e compreensão sobre a vida. O que fez com que as antigas narrativas deixassem de fazer sentido e transição iniciasse.
Aliás, o que o estudo das eras na astrologia mostra é exatamente isso: a evolução das narrativas coletivas que vão moldando a civilização e sua evolução através dos milênios.
Para fazer essa análise, se recorre ao simbolismo dos mitos e arquétipos associados aos signos do Zodíaco – porque é assim que astrologia funciona, correlacionando significados entre o simbolismo de planetas e signos às experiências por nós vividas, individual e coletivamente.
Essa correlação nos permite compreender quais mitos e arquétipos animam as narrativas de um determinado período da vida, pessoal e coletiva. E como suas muitas e diversas combinações podem se manifestar e animar as narrativas pessoais e coletivas.
Nesse momento, estamos no limiar do novo, o threshold, e estamos experienciando a enorme e profunda transformação que é a troca de mitos e narrativas.
E vamos combinar que nem é preciso estudo astrológico pra saber isso.
Basta estar respirando e de olhos abertos pra testemunhar o que está acontecendo bem à nossa frente e sentir o impacto que é desconstruir antigas narrativas pra abrir espaço para outras novas, que deem conta da realidade desse novo mundo complexo. Algo que é muito maior que a nossa vontade e o nosso tempo aqui e que faz parte da evolução natural da vida. A mudança.
