Quem me acompanha aqui sabe que a inventadeira que me habita adora criar conexões!
Pois inspirada pelo céu de outubro/novembro, tive a ideia de criar um prática cósmica de Yoga!
Com o propósito de sintonizar ásanas, as posturas do Yoga, com os arquétipos dos planetas, pedi às minhas profes de yoga da Devi – Amor e Prática, estúdio onde pratico aqui em Porto Alegre, que me sugerissem ásanas alinhados às combos planetárias do mês de Sol em Escorpião – um período que tinha três momentos bem distntos.
Assim, expliquei a elas o que “pegava”, o que devia crescer e ganhar espaço na consciência. E pra cada um desses momentos, recebi uma/duas posturas e passei a praticar diariamente no tapetinho em casa. E porque eu AMO compartilhar o que vou vivendo, testando e aprendendo, compartilhei a experiência no meu Instagram por dois meses.
Foi interessantíssimo fazer tais associações e a prática delas!E posto aqui duas posturas que curto até hoje: Ardha Matsyendrasana (torção sentada) e Malásana. Ambas ativam os elementos Terra e Água em nós, os mesmos elementos ativados no céu daquele momento.

Com sua torção, o Matsyendrasana trabalha muito o intestino grosso e, portanto, a liberação daquilo que o corpo (e alma) não precisa mais. Essa postura nos abre para essa liberação, ressonando com a possibilidade que o céu propunha de renunciar aos apegos e olhar com coragem e verdade pro que importa de fato pro coração, pra desatar os nós que aprisionam a alma, sejam quais forem.

Já o Malasana traz a confiança necessária para o movimento naquele momento. Essa postura representa um ciclo completo de criação: nascimento, sustentação e dissolução, pra abrir espaço para que um novo ciclo inicie. Sua prática cultiva um crescente sentimento de confiança na vida e em nós, e inspira a serenidade, a equanimidade e a segurança pra viver a dissolução.
A batizei essa inventação de Lila Yoga. Afinal, meu apelido Lila, ou leela, em sânscrito, significa jogo cósmico, o universo como uma brincadeira dos deuses e a vida como um jogo divino. Nada mais cósmico que lila, portanto. Certo?
Que venha a próxima!
