Está no ar a página do Clube de Astrologia para Mulheres. Que alegria!
Esse projeto que criei para ser um encontro que oferece troca, conhecimento e uma nova forma de nos relacionarmos com a astrologia e o mapa astral.
Uma que imagina e pensa a astrologia e seus arquétipos de forma inovadora, sem as lentes patriarcais.
Que desafia e questiona pressupostos que aí estão.
E propõe olhar para a astrologia e o mapa a partir da intersecção de três saberes: a nova cosmologia, o feminismo e os arquétipos.
O que quero, com o Clube, é criar um círculo de mulheres, uma comunidade que faz da astrologia uma ferramenta para ampliar a percepção de si mesma, do mundo e do momento, através de entendimento diferente do próprio mapa.
É colocar à disposição uma ferramenta que ajude a acessar toda a potência nossa e das nossas vozes mais genuínas e autênticas – essa que, tantas vezes, nos fazem calar e desacreditar.
É instigar e ajudar a ampliar a autopercepção, a consciência e o autoconhecimento. E, assim, a nossa potência e autonomia.
É isso que eu quero compartilhar com o Clube.
Que participar? Quer saber mais?
Acesse a página do Clube de Astrologia para Mulheres, faça sua inscrição e receba o ebook do Clube. Nele reuni informações sobre a proposta, como vai funcionar e o paradigma que guia o astrologar que vamos aprofundar nos encontros.
Eu também explico que quem comprar Reviravolta no Céu – uma revisão feminista da astrologia até o dia 31/05/2023 vai ganhar o primeiro encontro do Clube gratuitamente. E quem adquiriu o livro na pré-venda e na primeira quinzena de maio, também ganhará acesso ao primeiro encontro do Clube. Vou enviar o link do primeiro encontro por email.
Além disso, no ebook anuncio as datas dos dois primeiros encontros e apressento os temas dos encontros de 2023.
O Clube inicia no dia 26/06, uma segunda-feira de Lua Primeiro Quarto (a fase inicial da nossa Crescente), uma fase que simboliza tempo de ação, de construir o novo pra valer!
Nesse primeiro encontro, vou apresentar o paradigma que guia toda a leitura e interpretação do mapa, que se fundamenta em quatro pilares: a astrologia arquetípica, o feminismo, a nova cosmologia e os arquétipos.
Ler o mapa com ênfase nos arquétipos tem ajudado a compreender melhor o que nutre com significado e sentido a alma, que entendo como uma espécie de bateria da nossa existência aqui. Saber o que alimenta e o que descarrega essa nossa bateria, pra mim, traz clareza e amplia nossa capacidade de autopercepção, nossa força e potência.
Não por acaso, hoje chamo minha leitura de Mapa da Alma. É isso que entendo que é.
Esse primeiro encontro é a bússola que vai no guiar no resto da viagem pelo universo dos planetas e símbolos astrológicos que será trabalhados.
