Ontem foi o dia mundial da música.
Essa linguagem liiinda que transcende diferenças e une as pessoas.
Tempos atrás, li um romance da Emma Chase em que o protagonista chegava a essa conclusão, com certa ironia, ao testemunhar a amizade instantânea tipo bff que surge entre duas adolescentes após um show do One Direction. Aliás, tem um TED incrível do jornalista Jad Abumrad, criador e apresentador do programa de rádio “Radiolab”, onde ele explica como Dolly Parton lhe trouxe uma epifania sobre esse mesmo assunto.
A diva pop Madonna também já entoou isso em refrão há décadas: “Music makes the peole come together” – em tradução livre, ‘a música faz as pessoas se unirem’.
E o Playing For Change, movimento que acredita na paz e a coexistência no planeta através da música, está fundamentado no mesmo princípio. A propósito, dá pra entender porque dizem por aí que a música é uma linguagem universal, né?
Dona Astrô nos explica que isso acontece porque a música é do reino da Alma Mundi. Do inconsciente coletivo. Esse reino invisível nos conecta, une a todos nós, gostemos ou não. Queiramos ou não. O que é representados pelo arquétipo de Netuno, que dissolve limites e fronteiras.
A imaginação – outro tema netuniano na astrologia- também é assim, certo?
A propósito, quando o arquétipo de Netuno é muito forte em um mapa, gera uma tremenda sensibilidade, muita imaginação e uma conexão incrível com arte, música, fotografia, e tudo que o que pertence a esse reino.
Fortemente influenciada por esse arquétipo, euzinha amo música!! Tanto é que adoro despejar ideias, histórias e sentimentos no teclado na companhia de canções que embalam meus dedos e os pensamentos a expressar. Com o Sofá de Bolinhas, foi exatamente assim. E daí surgiu a play da Babi no Spotify.
E isso é tão tão eu em essência que, há exatamente uma década atrás, o artista Alan Capetila retratou assim a minha versão avatar, a Lilinha.
Salve a verdade da essência!

Imagem abertura: Simon Noh/Unsplash
