Tem luz no fim do túnel, sim!

Caminhando pelo Moinhos de Vento na tarde de domingo,  me deparei com o poster aí  na remodelada  loja da The Body Shop.

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Fã incondicional das ideias e humanismo da fundadora desta marca, uma mulher visionária e à frente do tempo, logo pensei no quanto as palavras estavam em sintonia com a energia do Diwali, ou Festival das Luzes, a linda celebração hindu que iniciou no Domingo e festeja a vitória da luz sobre a escuridão. Do amor sobre as trevas. Dos Jedis sobre o Império e o Lado Negro da Força.

Admiro demais a empreendedora humanista que Anita Rodick foi, que compreendeu a importância do ‘papel das empresas na formação do espírito humano, e não apenas na venda de bens e serviços’. Uma mulher que falava o que pensava e fazia e praticava aquilo que acreditava.   Por isso tudo, mais do que um ícone meu, acredito que Anita Rodick foi uma mente disruptiva que trouxe luz ao mundo corporativo.

Falando em mentes disruptivas e iluminadas, recentemente,  acrescentei outro nome à esta lista: a do empresário gaúcho Jorge Hoezel Neto. Um cara que teve a ousadia e a coragem mexer em estruturas arraigadas e assim promover uma profunda e linda revolução na Mercur, ao abandonar  um modelo estéril e ultrapassado de gestão e optar por um sistema sustentável para pessoas. Que valoriza a humanidade em nós.

Um cara que propôs deixar de integrar a ‘legião de batedores de carteira’ , nas palavras de Hoezel no TEDxLaçador,  em nome da convicção em torno de uma nova proposta de gestão.  E que se propôs o desafio de construir lado a lado com todos os colaboradores uma empresa solidária e humana, que assumia sua ‘responsabilidade por um mundo melhor’.

Se no papel já parece trabalhoso, na prática também é. Muito mais. Porque exige abrir mão de práticas e soluções rápidas, lucrativas e altamente sedutoras. E investir em um comprometimento profundo com o propósito da empresa e relacionamento com as pessoas.  O que não é pouca coisa não. Quer um exemplo? Um dos direcionadores da Mercur é atuar em mercados éticos, que valorizam a vida. Em função disso, a empresa não vende para os setores do tabaco, de armamento, de jogos de azar, agrotóxicos e bebidas alcoólica.

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Aliás,  tal qual aconteceu na Body Shop, em vista à sede da Mercur em Santa Cruz do Sul, também me deparei  com uma imagem que traduz bem a consonância da empresa com o momento planetário que vivemos. E também o seu comprometimento e respeito a Terra, com as pessoas e sua humanidade,  e com todas as demais espécies com que compartilhamos vida neste planeta.

Moral da história neste finzinho de Diwali:  tem luz no fim do túnel, sim!  E não é o trem vindo.