Sol, lua e o nosso comportamento

Há muito mais conexão entre o céu, a terra e o comportamento teu de cada dia do que a razão admite.

Já reparou?

Observa, então, a relação entre tomadas de atitude e decisões  com as fases lunares. Em minhas pesquisas, me deparei até com trabalhos acadêmicos de universidades norte-americanas que relacionam até mesmo  menor/maior rendimento acionário com as fases da Lua. Yeah!  

Mas combinemos: nem é preciso grandes estudos para perceber isso. Basta lembrar da diferença que há entre a maré alta que ocorre na Lua Cheia daquela que se dá na Lua Minguante, não é?  E quem nunca notou a saliência dos hormônios na Lua Cheia? Está aí o simbolismo em torno do Lobisomem para provar. 😉

Imagem do Filme O Lobisomem

Bem, mas de volta às fases lunares, cada uma delas representa uma etapa do Ciclo de Lunação  –  nome dado ao relacionamento entre Sol e Lua no céu. A divisão em quatro quatro momentos distintos  corresponde ao que chamamos de fase lunar.  O encontro na Lua Nova,  a paixão que explode na Crescente, o casamento e clímax na Cheia, e a separação na Minguante.

E porque isso importa?

Bem, Sol e Lua simbolizam as forças vitais que governam a vida por aqui, sobre as quais nossos antepassados das cavernas se organizaram no planeta. Simples e básico assim.

Mas que forças são essas?

Luz e escuridão. Dia/noite.  É a relação Sol e Lua, ou luz/dia e escuridão/noite, que comanda o funcionamento dos nossos organismos desde que o homem é homem. A começar pelo mais básico e essencial de todos: o ciclo circadiano, também conhecido como relógio biológico, o responsável pelo funcionamento dessa lindeza chamada corpo humano. Como você vê, o homem pode ter saído da caverna, mas a caverna nunca saiu dele. 😉

Mas esta relação luz/escuridão também define as etapas do Ciclo de Lunação no céu, as fases lunares, como chamamos. Cada uma delas, com uma combinação distinta de luz e sombra, tem o seu propósito e inspira ações-e-reações e comportamentos nas atitudes e relacionamentos nossos de cada dia.