Quando o coração diz: por que não?!

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Se é para alegria geral  da minha afetuosa e incrível comunidade de amigos, eu respondo a pergunta que não para de chegar e, portanto,  não cala: o que estou fazendo em Miami? Por que vim pra cá? Eu conto.

Bem, pra começar, não há uma razão única ou glamourosa, muito menos um porquê concreto –  sinto muito se desaponto. A minha vinda tem um conjunto de pequenas intenções unidas em torno dela…

Vim para curtir meus sobrinhos e irmãos que aqui estão – não há como descrever todo o afeto e amor envolvido na vivência Tia Lila.  Vim pra sair da zona de conforto em que eu estava deliciosamente acomodada e praticar entrega e confiança. Pra viver na prática e sentir na pele isso tudo.  Pra contemplar, observar  absorver e viver o que vier, aberta ao que o momento oferece aqui e agora, aprendendo a desconstruir expectativas e baixar a ansiedade.  Uma inspiração seguida por expiração. Uma por vez. Um ciclo após o outro. Momento a momento.

Aqui, em ritmo de estágio intensivo, vou me permitindo, vivendo, praticando e aprendendo a acolher e aceitar o que e como vem, adaptando quando necessário. Um exemplo disso são as aulas de Yoga. Quando aqui cheguei, minha intenção era seguir com o treinamento funcional.  Procurei aqui e ali , mas nenhuma opção fechava comigo, por alguma razão. E o que acabei encontrando por acaso (em uma caminhada diária) e tem me proporcionado vivências que se encaixam como luva nos meus dias foi o Trio – Mind Body Spirit.  A prática diária tem me trazido benefícios que se estendem muito além das posturas de Yoga feitas on the mat (no tapetetinho).

Por fim, sim, sim, sim! Claro que também vim com a intenção de escrever! Textos a partir do que vivo, observo, apreendo, sinto.  E ainda (re)escrever um livro e, com isso, colocar um ponto final em uma história & começar outra que está latente em mim há alguns anos – Karin, aí vamos nós!!

Enfim, minha intuição vibrava esse movimento, e aí, o coração disse: por que não?!  Sim, sim, sim! E  cá estou eu, vivendo e praticando tudo isso aí. E se o universo me oferecer alguma outra possibilidade além destas, algo que dialogue com o meu coração, com certeza acolherei com o mesmo entusiasmo que sempre me impulsiona. Afinal, por que não?

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