Não basta ser amiga, tem que falar

O post de hoje é dedicado à amigona de todas as horas, Fabiana  Costa Coutinho, que desde sempre me incentiva a expressar os meus sentimentos. É preciso falar, diz ela. Como diz a música aí.

Pois Fabi é  mais que amiga. É mana. É confidente. É protetora. É aconchego e carinho de família aqui na serra.  E é papo reto – o que eu ADORO.

Com  ela, não tem essa de dourar a pílula na hora de dar a real. É uma coisa #prontofalei . O que, vamos combinar,  é uma das melhores qualidades que uma amiga de fato pode ter. Sempre instiga, certo?  E honestidade de amiga sincera não tem preço.

Mas o que de mais precioso Fabi me ensinou é que não basta ser amiga. Tem que participar, sim senhora.  Ser e estar  presente, compartilhar. Momentos copo e também os que são cruz. Aliás, nunca esquecerei o quanto de estrada esta amiga  percorreu ao meu lado quando S. Radicci, meu papi querido,  partiu para o outro lado anos e anos atrás.

Amiga sempre. Na alegria e na tristeza. Tipo casamento.

Falando nisso, o dela, eu também jamais esquecerei.  Foi um dos momentos mais lindos e felizes que partilhamos juntas: o casamento desta minha melhor amiga, celebrado em um 20 de julho.  Sim, a data não poderia ser mais perfeita.  Dia do Amigo.

Mais do que votos, nesta cerimônia testemunhei a Fabi confirmar perante Deus, amigos íntimos e familiares sua alegria, espontaneidade e autenticidade – e que amor de verdade ainda existe, sim, amigas.  Para nooooooossa alegria!!

Na felicidade estampada no sorriso da noiva e palpável no ar de tão intensa,  não foi difícil constatar que a veracidade de um sentimento faz o mesmo atravessar tempo, barreiras e obstáculos.  E que ser dona de um coração sincero e honesto com a própria verdade e com quem amamos não tem preço.  E isso-tudo-junto-reunido, amiga,  vale qualquer sacrifício. Inclusive usar batom vermelho diva na luz do dia  e vestido alto verão em pleno inverno gaúcho.

Na foto de Cleiton Thiele, Fabiana e euzinha

Na foto de Cleiton Thiele, Fabiana e euzinha

Texto escrito em Dezembro de 2012