Lilar: um verbo, uma viagem

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Esta história se  inicia em abril de 2015, quando eu borboleteava com a família por Miami. Na época, eu buscava um novo significado e sentido para minhas palavras e e sentia mais lagarta do que borboleta, na real. Então, fiz uma road trip  (viagem de carro)  com meu irmão Marcos até Key West, o ponto mais ao sul dos Estados Unidos.   Viajei milhas e milhas cercada pelas águas do Oceano Atlântico de um lado e do Golfo do México do outro, ouvindo meu irmão repetir e repetir feito mantra:   usa essa tua criatividade; te inspira na Disney.

 

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Não sei a ladainha aí teve alguma influência, mas o fato é que ao chegar ao extremo sul dos Estados Unidos,  o calor era forte. E tive uma insolação … Ops, um  insight.  Eu senti que algo começava a se formar, mas não tinha ainda consciência do quê. Nem de longe, naquele momento, no southernmost point  (o ponto mais ao sul) dos Estados Unidos, eu imaginava no que isso viria a se transformar 500 dias depois.

 

De volta a MIA (Miami, para os íntimos), fui então almoçar em Wynwood com a inspirada Juliana De Giacometti Vitti, uma gramadense cidadã do mundo que na época morava com a família na Flórida.  Por lá,  entre os graffitis e o clima artsy do bairro, a Ju me brindou com mais um importante bit (elemento)  desta história. Colocando  ação, movimento e protagonismo no meu apelido, ela transformou Lila em um verbo todo meu: lilar.   Ainda que eu não conseguisse compreender o significado daquilo tudo, eu sabia, e sentia, que algo estava se formando. Que o Universo estava me dando as peças pra que depois eu montasse o quebra-cabeças.  É lindo mesmo como o mundo funciona, né não?

 

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Dias depois, veio outra viagem com Marcos. Dessa vez, pra Disney – a terra do mantra! Foram horas e horas na estrada com eles – meu irmão e o mantra – outra vez.  Mal percebia eu que outra peça o universo me estendia. Só um ano depois é que reuni todas as peças. Após nova temporada em Miami, dessa vez na companhia do meu outro bro, o Maneca,  e de uma super imersão no universo da Transmedia Storytelling, finalmente eu compreendi  que a magia e a lógica de Walt Disney se transformariam em modelo de negócio.  E que ele teria a ver com ela aí.

Bem, com imaginação nunca foi meu problema (kkkk), a parte fácil estava resolvida. Agora, é fazer acontecer. E que seja pro melhor e o que tiver que ser. _/\_