Eu, unicórnio

unicornio

O unicórnio na série Glee: alertando contra a homofobia

Esse post contém spoiler. 

Participei agorinha há pouco de uma brincadeira que é uma graça (literalmente) no facebook. Uma pegadinha envolvendo um unicórnio que tem como objetivo alertar quanto à prevenção ao câncer de mama – e o quanto ele afeta a todos.  Pois a despretensiosa brincadeira  me trouxe uma série de constatações que  compartilho aqui com vocês:

1)  Para minha surpresa, meus amigos REALMENTE acreditam que eu faço esse tipo de coisa – me fantasiar de unicórnio, jogar glitter e dançar na cozinha (hahahahaha) – só o tutu que ninguém levou à sério. Ri muuuuito. Se fiquei chateada com isso?! Naaaada! Tudo a ver com minha essência criativa- apaixonada-dramática, que ama dançar, inventar moda e – acima de tudo – criar personagens diretamente vindo do reino da imaginação.  : )

2)  Mais uma vez ficou claro e cristalino como as águas de Tulum que é mais fácil chamar a atenção das pessoas, convidá-las a refletir sobre uma mensagem séria e necessária, através de entretenimento e, claro, uma boa história. E salve o storytelling e o ofício de contar  (boas)  histórias! 

3)  Apesar da brincadeira ser suuuper válida, penso que a mensagem falhou por não falar-fazer menção alguma no texto que está sendo compartilhado sobre o que realmente interessa: a prevenção ao câncer de mama, no caso aqui.

Pois tudo isso só me faz pensar no quanto uma história  bem contada, até mesmo a que se cria em uma despretensiosa brincadeira como essa, tem poder de disseminar uma nova consciência e ajudar a ‘despertar a força’ em nós. 😉  Por isso tudo, a brincadeira aí já valeu! Gracias a quem participou e dialogou comigo sobre ela, me levando a refletir e escrever o post aqui.

Por fim, desculpa o spoiler, galera que está na brincadeira-corrente. Mas como o assunto é prevenção ao câncer, acredito que vale.