Aproveita a crise!

Há cerca de nove anos, nós astrólogos falávamos muito sobre o ingresso de Pluto em Capricórnio e seu feroz embate com Urano em Áries que estava por vir.  Tomando por base encontros acalorados desta dupla ao longo da história, imaginávamos que não seria fácil. Mas sentir na pele e viver tempos assim… Uau! Eu não imaginava que seria tão duro assim.

Em tempos de embate de Plutão e Urano, a crise se instala para que obrigatoriamente uma mudança na ordem aconteça e o mundo se transforme. Para que você tenha ideia,  o mundo já viu grandes transformações sob o céu em épocas assim, tipo as Revoluções Francesa e Industrial, a queda da bolsa, a ascensão do nazismo, a contracultura e a luta pelos direitos civis na década de 60.

Sim, as coisas mudam – quer a gente goste/queira/deseje ou não – sob esta energia.  Aliás, tudo muda o tempo inteiro, gostemos ou não. E a mudança é a única constante na vida, sim! Porque este  o modus operandi do universo, do cosmos, natureza, da vida, e o nosso. Sob e sobre o céu, tudo é movimento e se alterna constantemente –  como a noite e o dia, ou as estações do ano. O movimento é constante, nunca para.  Porque sem ele, sem a mudança que ele provoca, a vida entope, estagna, apodrece, morre.

Então, aceita a crise! Negar ou resistir só atrapalha. A melhor atitude é mesmo aceitar e abraçar a crise. Ou seja, compreenda que ela está aqui  pra provocar profundas transformações na ordem estabelecida – seja esta ordem qual for.  E isso vai acontecer quer você queira ou não, pois é algo muito maior que sua avontade.  Aproveita essa energia, então!

Como?

Identificando aquilo que já não funciona mais pra ti  – pode ser o jeito de pensar ou o de fazer as coisas.  Rompe com o jeito estabelecido e procura uma maneira diferente e nova de fazer.  Até porque, o embate entre Pluto e Urano segue no céu até 2018. E ainda que o clímax entre eles já tenha passado,  as transformações por aqui seguem também.   E o resultado que veremos, se nos conduzirá para tempos mais iluminados ou dark, depende de cada um de nós.  Mas isso é papo pra outro post.