A responsabilidade não é só das estrelas

Desde que o mudo é mundo, o homem olha pro céu em busca de compreensão, significado e perspectiva.  E procura conexão com algo maior que ele. Algo que não só atribua significado (somos todos seres de significado), mas nos dê perspectiva.  Especialmente em tempos de incerteza, em que a vida parece desafiar e nos tira o chão. Ou quando cresce a insatisfação com os desfechos da nossa própria história. Nessas horas, buscamos na Astrologia a conexão com o significado perdida.

Aliás, é exatamente a perda dessa conexão aí  que nos deixa à deriva.  É assim que passamos a ser comandados pelo mais perigoso e trapaceiro guia: o ego, com todo o seu orgulho, apego e medo da incerteza. É assim que a mente assume o controle no lugar do coração, fazendo crescer o caos e o tumulto. Dentro e, consequentemente, fora de nós.

Pra romper, só mesmo resgatando a conexão com o coração, com o espírito, o divino em nós. E um lindo e mágico caminho pra isso é o do universo de significados da Astrologia. Não qualquer uma, mas a Astrologia que devolve ao homem o seu papel de co-criador ativo e lhe tira da subjugação. Uma que fica léguas e léguas distante da passividade e da predição. Uma Astrologia que torna as pessoas participativas, protagonistas ativas, conscientes do seu papel de co-criadoras da realidade e por ela responsáveis também.

Porque  essa consciência do nosso papel e participação é o que de fato muda o jogo aqui! Liberta. Transforma.  Faz ver possibilidades, onde antes só havia restrição, bloqueio, resistência,  medo.  O que faz sair do ciclo do cachorro perseguindo o próprio rabo criada pelo ego: aquele que nos prende ao passado e acaba determinando o futuro,  deixando pouco espaço para escolhas. Como??

Como diz a astróloga Caroline Casey:  ‘É melhor criar profecia, que é colaborar com o divino para co-criar um mundo melhor, do que viver predições. O que nos torna passivos é tóxico, O que nos faz ativos é tônico.’  

Sim, sim, sim!

O que nos acontece não é responsabilidade só das estrelas, não!  Temos nossa parcela de participação também. Por isso, a conexão com os céus (o de dentro e o de fora) é tão mágica e poderosa. Porque dela nasce o ciclo de consciência que irá pautar as nossas escolhas mais autênticas e que irão construir a nossa narrativa e a nossa história. Porque são elas, as escolhas mais simples que fazemos,  como as palavras que usamos pra falar de nós mesmos quado estamos sozinhos, que constroem a vida que levamos, a nossa realidade.

Tá insatisfeito com a tua história? Não gasta energia culpando astros e estrelas, nem te fixa num passado determinante. Alia-te a eles,  te conecta aos céus, e constrói junto a vida que desejas pra ti.